{"id":323,"date":"2025-10-03T19:01:50","date_gmt":"2025-10-03T22:01:50","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/?p=323"},"modified":"2025-11-02T09:53:29","modified_gmt":"2025-11-02T12:53:29","slug":"cafe-gourmet-e-a-mesma-coisa-que-cafe-especial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/2025\/10\/03\/cafe-gourmet-e-a-mesma-coisa-que-cafe-especial\/","title":{"rendered":"Caf\u00e9 gourmet \u00e9 a mesma coisa que caf\u00e9 especial?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-medium-font-size\"><em>Veja como as associa\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais avaliam cada tipo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-text-align-left Caf\u00e9\">Por que h\u00e1 marcas de caf\u00e9s especiais que s\u00e3o chamadas de caf\u00e9 gourmet? O que diferencia um caf\u00e9 gourmet de um especial? Eles s\u00e3o iguais? Se voc\u00ea j\u00e1 tem alguma experi\u00eancia no mundo do caf\u00e9, certamente j\u00e1 se fez uma dessas perguntas. Eu tamb\u00e9m j\u00e1 me fiz. E mergulhei em livros sobre o assunto para encontrar respostas. Agora vou compartilh\u00e1-las com voc\u00ea. Acomode-se na cadeira, pegue sua x\u00edcara e se prepare. A investiga\u00e7\u00e3o pol\u00eamica vai come\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/ChatGPT-Image-3-de-out.-de-2025-18_56_43-1-1024x683.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-326\" srcset=\"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/ChatGPT-Image-3-de-out.-de-2025-18_56_43-1-980x653.png 980w, https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/ChatGPT-Image-3-de-out.-de-2025-18_56_43-1-480x320.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Caf\u00e9 gourmet e caf\u00e9 especial em compara\u00e7\u00e3o: crit\u00e9rios nacionais e internacionais avaliam a bebida de formas distintas<\/em> \u2014 <em>Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o gerada por IA<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>ABIC, BSCA e SCA: quem decide a qualidade do caf\u00e9?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Antes de tra\u00e7ar os paralelos entre o caf\u00e9 gourmet e o caf\u00e9 especial, \u00e9 preciso conhecer pelo menos tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es que cuidam do assunto. Fan\u00e1ticos pela bebida ouvem falar delas com bastante frequ\u00eancia: a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Caf\u00e9 (ABIC), a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Caf\u00e9s Especiais (BSCA) e a Associa\u00e7\u00e3o de Caf\u00e9s Especiais. Esta \u00faltima est\u00e1 sediada nos Estados Unidos e \u00e9 mais conhecida pela sua sigla em ingl\u00eas, SCA.<\/p>\n\n\n\n<p>A ABIC foi fundada em 1973, conta com centenas de associados e representa as empresas de torrefa\u00e7\u00e3o e moagem de caf\u00e9 no Brasil. Ela \u00e9 criadora de iniciativas como o Selo de Pureza, o Programa de Qualidade do Caf\u00e9 e o C\u00edrculo de Qualidade do Caf\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a SCA \u00e9 uma recente cria\u00e7\u00e3o norte-americana. Inaugurada em 2017, a associa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma fus\u00e3o de duas entidades mais antigas: a Associa\u00e7\u00e3o de Caf\u00e9s Especiais da Am\u00e9rica (de 1982) e a Associa\u00e7\u00e3o de Caf\u00e9s Especiais da Europa (de 1998).<\/p>\n\n\n\n<p>A BSCA, por sua vez, foi criada em 1991, para reunir pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas do mercado cafeeiro, difundir pesquisas na \u00e1rea e elevar os padr\u00f5es da produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9s nacionais. Em seu site oficial, a organiza\u00e7\u00e3o de define como a primeira institui\u00e7\u00e3o a certificar lotes e afirma que \u00e9 \u201creconhecida internacionalmente como a vanguarda da produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9s finos no Brasil\u201d. Embora tenha nome parecido com a SCA, a BSCA \u00e9 uma iniciativa aut\u00f4noma. Em 2025, por\u00e9m, ambas firmaram acordo para que o Brasil, assim como os Estados Unidos e outros pa\u00edses, tamb\u00e9m adotasse o sistema&nbsp;de Avalia\u00e7\u00e3o do Valor do Caf\u00e9&nbsp;(CVA) como protocolo oficial de avalia\u00e7\u00e3o dos caf\u00e9s especiais do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"739\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/coffee-1-739x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-331\" style=\"width:327px;height:auto\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Ficha atualmente usada pela SCA na Avalia\u00e7\u00e3o do Valor do Caf\u00e9 (CVA)<\/em> \u2014 <em>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o do formul\u00e1rio da SCA via Portuguese_CVAForms_June2025<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mas&#8230; e da\u00ed?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Depois dessa chuva de datas, siglas e hist\u00f3rias, voc\u00ea deve estar se perguntando: \u201cT\u00e1, mas eu ainda n\u00e3o descobri a diferen\u00e7a entre gourmet e especial. Voc\u00ea t\u00e1 me enrolando?\u201d. Fique calmo. Eu fiz essa digress\u00e3o porque voc\u00ea precisa entender que tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es s\u00e9rias, independentes e conhecedoras do assunto usam classifica\u00e7\u00f5es diferentes para atestar o que \u00e9 um caf\u00e9 gourmet ou especial.<\/p>\n\n\n\n<p>Como vimos, a ABIC, l\u00e1 na d\u00e9cada de 70, criou o Selo de Pureza. O intuito era certificar que torrefadores e empacotadoras n\u00e3o adulterassem os gr\u00e3os depois de mo\u00eddos. Em 2004, a associa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m criou o Programa de Qualidade do Caf\u00e9. Nesse momento, nasceram quatro categorias de classifica\u00e7\u00e3o com suas respectivas caracter\u00edticas: extra-forte, tradicional, superior e gourmet.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como a ABIC classifica o caf\u00e9: do extra-forte ao gourmet<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 caf\u00e9 extra-forte?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O caf\u00e9 chamado de extra-forte pela ABIC \u00e9 o gr\u00e3o quase carbonizado. A torra escura serve para esconder imperfei\u00e7\u00f5es e sabores inc\u00f4modos, que uma torra mais clara deixaria evidente. Por ser mais amargo que os demais, esse tipo de bebida exige consequentemente mais adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar. Al\u00e9m disso, a queima do caf\u00e9 lhe retira propriedades ben\u00e9ficas para a sa\u00fade: antioxidantes, \u00f3leos essenciais e \u00e1cido clorog\u00eanico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 caf\u00e9 tradicional?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Tradicional \u00e9 o nome da outra categoria criada pela ABIC. Nela s\u00e3o reunidos os caf\u00e9s com quantidade muito alta de defeitos. Por isso, eles jamais s\u00e3o vendidos em gr\u00e3os. \u00c9 comum tamb\u00e9m nesse caso misturar esp\u00e9cies diferentes numa mesma embalagem, como ar\u00e1bica e robusta. Como o extra-forte, o caf\u00e9 tradicional \u00e9 escuro, resultado da torra intensa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 caf\u00e9 superior?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A ABIC chama de superior o caf\u00e9 que recebeu um tratamento melhor que o tradicional ou o extra-forte. Tem amargor moderado e apresenta sabor amendoado ou achocolatado. Mesmo assim, continua tendo muitos defeitos. A oferta desse caf\u00e9 \u00e9 rara para o consumidor final. Normalmente, depois de receber um pouco mais de limpeza e uma torra mais cuidadosa, ele consegue migrar para outra denomina\u00e7\u00e3o: gourmet.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 caf\u00e9 gourmet?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Gourmet \u00e9 a \u00faltima e mais alta classifica\u00e7\u00e3o da ABIC. Digna do selo, \u00e9 considerada uma bebida de baixo amargor e do\u00e7ura moderada a alta. Ela preserva ainda sabores florais e frutados. \u201cGourmet\u201d \u00e9 sin\u00f4nimo de \u201cpremium\u201d e \u201ccaf\u00e9 de qualidade\u201d. Em sua composi\u00e7\u00e3o, devem ter exclusivamente gr\u00e3os da esp\u00e9cie ar\u00e1bica, que precisam estar livres de defeitos (como frutos pretos, verdes e ardidos). A ABIC usa uma escala de avalia\u00e7\u00e3o que vai de 0 a 10. Para ser considerado gourmet, o caf\u00e9 precisa receber nota superior a 7,3.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 a\u00ed que come\u00e7a a pol\u00eamica, pois os crit\u00e9rios da ABIC n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o espec\u00edficos quanto os das demais institui\u00e7\u00f5es, como a SCA. Al\u00e9m disso, as outras entidades usam escalas avaliativas que v\u00e3o de 0 a 100, e n\u00e3o apenas de 0 a 10.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 caf\u00e9 especial segundo a SCA e a BSCA<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea reparou que a ABIC n\u00e3o usa a classifica\u00e7\u00e3o \u201ccaf\u00e9 especial\u201d? Pois \u00e9. Essa tamb\u00e9m \u00e9 outra celeuma na hora de identific\u00e1-lo. Quem usa especificamente o termo s\u00e3o a SCA e a BSCA.<\/p>\n\n\n\n<p>A procura por caf\u00e9s mais finos existe desde que o produto se popularizou na Europa do s\u00e9culo 17. A express\u00e3o \u201ccaf\u00e9 especial\u201d, contudo, s\u00f3 vai aparecer em 1974 numa revista chamada \u201cTea and Coffee Trade Journal\u201d, um peri\u00f3dico brit\u00e2nico sobre o mercado de ch\u00e1s e outras bebidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Erna Knusten, a norueguesa que criou o termo, o utilizou para se referir a caf\u00e9s de sabores mais agrad\u00e1veis, produzidos em lotes menores e com <em>terroir <\/em>espec\u00edfico. A proposi\u00e7\u00e3o da empres\u00e1ria do mercado cafeeiro confrontou a ind\u00fastria e exigiu que crit\u00e9rios fossem estabelecidos para diferenciar o caf\u00e9 especial dos demais. E assim surgiu a SCAA, que criou um comit\u00ea t\u00e9cnico e um sistema de avalia\u00e7\u00e3o que poderia ser usado no mundo inteiro. A institui\u00e7\u00e3o elaborou um protocolo com itens muito objetivos para identificar a categoria dos gr\u00e3os. Logo depois, nasceu a SCAE, na Europa, que passou a usar os mesmos crit\u00e9rios da SCAA. Como vimos, ambas se fundiram em 2017 e viraram a SCA.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os atributos avaliados por um Q-Grader<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Desde ent\u00e3o, para ser considerado caf\u00e9 especial, o produto precisa ser avaliado por um t\u00e9cnico chamado Q-Grader e receber o selo emitido pela SCA. Os crit\u00e9rios hoje utilizados no Brasil e no exterior s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fragr\u00e2ncia: <\/strong>o cheiro do caf\u00e9 seco imediatamente ap\u00f3s a moagem do gr\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aroma:<\/strong> o cheiro do caf\u00e9 depois de molhado;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acidez:<\/strong> deve ser prazerosa e harm\u00f4nica no conjunto da degusta\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sabor: <\/strong>s\u00e3o as notas sentidas pelo paladar e que complementam o aroma;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Retrogosto:<\/strong> \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o que fica na boca e no olfato depois de tomar a bebida;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Do\u00e7ura: <\/strong>o caf\u00e9 \u00e9 naturalmente doce, mas tamb\u00e9m carrega amargor. Esse amargor, por\u00e9m, deve ser agrad\u00e1vel como o do cacau, por exemplo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sensa\u00e7\u00e3o na boca:<\/strong> antes chamado de \u201ccorpo\u201d, esse crit\u00e9rio corresponde ao peso e \u00e0 textura da bebida (leve, aveludada, amanteigada, \u00e1spera, met\u00e1lica);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gostos principais:<\/strong> salgado, azedo, doce, amargo;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>N\u00edvel de torra:<\/strong> refer\u00eancia contextual (clara, m\u00e9dia, escura);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Notas descritivas: <\/strong>florais, frutadas, torradas, especiarias etc.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Cada um desses atributos recebe entre 0 e 10 pontos. A soma total deve ser igual ou superior a 80 pontos para que o caf\u00e9 seja considerado especial. Vale lembrar tamb\u00e9m que, se o caf\u00e9 receber nota 6 em qualquer um dos crit\u00e9rios, mesmo que ele tenha boa pontua\u00e7\u00e3o nos demais, n\u00e3o poder\u00e1 ser considerado caf\u00e9 especial.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Caf\u00e9 gourmet pode ser chamado de caf\u00e9 especial?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o barista Br\u00e1s Oscar, se fiz\u00e9ssemos um esfor\u00e7o para comparar as escalas, um caf\u00e9 gourmet que receba nota 7,3\/10 na ABIC corresponderia a 73\/100 na SCA. Ou seja: n\u00e3o seria especial, j\u00e1 que n\u00e3o atinge a nota m\u00ednima de 80.<\/p>\n\n\n\n<p>A conclus\u00e3o dos estudiosos \u00e9 que caf\u00e9 gourmet \u00e9 um produto de \u00f3tima qualidade capaz de proporcionar excelentes experi\u00eancias sensoriais. Esse conceito, entretanto, \u00e9 mais abrangente e menos rigoroso. Por isso, pode englobar gr\u00e3os que seriam considerados especiais, mas tamb\u00e9m outros que n\u00e3o alcan\u00e7am esse patamar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual escolher: gourmet ou especial?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea busca a defini\u00e7\u00e3o mais t\u00e9cnica e reconhecida internacionalmente de \u201ccaf\u00e9 especial\u201d, escolha marcas com selo da SCA ou da BSCA.<\/p>\n\n\n\n<p>Seja como for, a minha opini\u00e3o \u00e9 bem mais simples e sem obst\u00e1culos: para mim, se o caf\u00e9 veio da Chapada Diamantina, basta. Pode ser gourmet, premium ou especial. Eu tomo, eu aprovo e eu ainda proponho um brinde!<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea me acompanha?<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.emporiochapadadiamantina.com.br\/cafe\">Clique aqui e conhe\u00e7a nossos caf\u00e9s.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>BASTOS, Giuliana. <em>Dicion\u00e1rio gastron\u00f4mico caf\u00e9 com suas receitas<\/em>. S\u00e3o Paulo: Boccato, 2008. ISBN 978-85-7555-188-2.<\/p>\n\n\n\n<p>BORSATTO, Carlos Cesar; BORSATTO, Tatiana Ferraz. <em>O m\u00ednimo que voc\u00ea precisa saber sobre caf\u00e9 e mais um pouco: um guia para apreciadores e iniciantes<\/em>. 2. ed. Campinas: Gr\u00e1fica Editora do Conhecimento, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>BSCA \u2013 Brazilian Specialty Coffee Association. <em>A BSCA<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.bsca.com.br\/page\/a-bsca\">https:\/\/www.bsca.com.br\/page\/a-bsca<\/a>. Acesso em: 29 set. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>BSCA \u2013 Brazilian Specialty Coffee Association. <em>Coffee Value Assessment (CVA)<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.bsca.com.br\/page\/cva\">https:\/\/www.bsca.com.br\/page\/cva<\/a>. Acesso em: 29 set. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>BSCA \u2013 Brazilian Specialty Coffee Association. <em>Parceria BSCA, SCA e CVA promove caf\u00e9s especiais do Brasil<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.bsca.com.br\/news\/parceria-bsca-sca-cva-cafes-especiais-brasil\">https:\/\/www.bsca.com.br\/news\/parceria-bsca-sca-cva-cafes-especiais-brasil<\/a>. Acesso em: 29 set. 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>MARTINS, Ana Luiza. <em>Hist\u00f3ria do caf\u00e9<\/em>. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2008. ISBN 978-85-7244-377-7.<\/p>\n\n\n\n<p>OSCAR, Br\u00e1s. <em>O m\u00ednimo sobre caf\u00e9<\/em>. Campinas: O M\u00ednimo, 2014. ISBN 978-65-80333-33-6.<\/p>\n\n\n\n<p>SPECIALTY COFFEE ASSOCIATION (SCA). <em>Coffee Value Assessment<\/em>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/sca.coffee\/value-assessment\">https:\/\/sca.coffee\/value-assessment<\/a>. Acesso em: 29 set. 2025.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veja como as associa\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais avaliam cada tipo Por que h\u00e1 marcas de caf\u00e9s especiais que s\u00e3o chamadas de caf\u00e9 gourmet? O que diferencia um caf\u00e9 gourmet de um especial? Eles s\u00e3o iguais? Se voc\u00ea j\u00e1 tem alguma experi\u00eancia no mundo do caf\u00e9, certamente j\u00e1 se fez uma dessas perguntas. Eu tamb\u00e9m j\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":326,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-323","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cafe"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/323","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=323"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/323\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":356,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/323\/revisions\/356"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/326"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=323"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=323"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.emporiochapadadiamantina.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=323"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}